Primeiramente qual a diferença entre web e a web 2.0? Essa é uma pergunta que muitos clientes gostariam de fazer, correto? Então vamos lá!

Web é uma abreviação do termo World Wide Web, que em português significa “Rede de alcance mundial”, que é um sistema de documentos (vídeos, sons, hipertextos e figuras) que são interligados e executados na internet. Para visualizar esses documentos presentes na internet temos que utilizar de um navegador (um programa de computador, exemplo: Firefox, Internet Explorex, Mozila, etc) para descarregar as informações e mostrá-los para os usuários. Resumindo, web é uma plataforma para apresentar o conteúdo para o usuário.

Porém a web 2.0 veio como uma segunda geração da web, por ser agora uma plataforma que oferecerá comunidades e serviços de forma interativa para o usuário. E eis que surge as redes sociais, os advergames e os aplicativos: tudo com o intuito de interagir com o consumidor, transformando sua experiência de surfar na internet muito mais divertida e prazerosa. Falando em transformação, queremos deixar bem claro que ela foi encarada dessa forma pelos usuários e desenvolvedores que perceberam a mudança de sensações com essa nova geração. Mas em termos de especificações técnicas nada mudou.

Então, como usar da web 2.0? Para ver o detalhamento de cada item abaixo clique no seu título.

1. Usabilidade e Experiência para o Usuário
Aplicando as técnicas da Web 2.0, os sites se tornarão extremamente simples com um bom design, de fácil navegação (navegação muitas vezes intuitiva) e com ótima usabilidade.

2. Permitir, incentivar e coletar as contribuições do Usuário;
Seus clientes quase sempre são a sua melhor fonte de informação sobre seus produtos. De fato, seus clientes sabem mais sobre eles do que você. Portanto, permita o feedback e colete críticas, dicas, sugestões, preferências, conversas entre seus clientes e até mesmo conversas entre sua empresa e seus consumidores, que podem formar verdadeiras comunidades e permitir que seus melhores clientes ajudem outros clientes quando você não puder.

3. Permitir a formação de comunidades;
Se os seus clientes gostam do que você vende, eles formarão comunidades on-line, mesmo se você não aprovar. Nessas comunidades eles compartilharão idéias e informações, criarão uma atmosfera de entusiasmo, ajudarão outros consumidores, organizarão eventos on-line, etc. Além disso, a comunidade mostra uma tendência de que os consumidores estão deixando de comprar produtos para comprar as experiências que esses produtos trazem e a própria comunidade em si, torna-se uma experiência para eles.

4. Tornar-se uma plataforma aberta, permitindo reutilização de serviços (SOA);
Imagine-se permitindo que outros sites utilizem a sua base de informações. Informações não estratégicas e vitais é claro, para fornecer aos usuários uma forma mais rápida de agregar valor ao seu próprio negócio. Isso é o que chamamos de SOA Global, uma arquitetura orientada a serviços que permite a interoperabilidade entre informações de diversas fontes através de web services. Se isso ainda está um pouco longe pra você, tente começar por outros recursos como feeds RSS para notícias entre outras informações, no qual permitirá que seu usuário leia seu conteúdo sem ao menos precisar entrar no seu site.
5. Permitir sociabilidade e personalização para acontecer o que chamamos de Self-Evolving CRM.
As técnicas sociais e colaborativas da Web 2.0 provêem uma estrutura maleável no qual fornece serviços ricos de CRM (Customer Relationship Management ou Administração do Relacionamento com o consumidor), que podem ser customizados individualmente pelos visitantes e altamente automatizados. Exemplos dessa estrutura são os Web Parts ou Meshups de previsão do tempo ou notícias do Google, que permite o usuário customizá-los ao ponto de ter somente informações relevantes a ele, como previsões somente da cidade de São Paulo ou notícias somente sobre política. Toda vez que o usuário voltar ao seu site, o mesmo estará automaticamente configurado para os gostos do dele, trazendo assim alta produtividade.
Há muitas outras maneiras de aplicar as idéias da Web 2.0 para melhorar a até mesmo reinventar o relacionamento com o cliente, mas essas são algumas das idéias primordiais.

Fonte: http://www.focusnetworks.com.br/Noticias.aspx?v=1&nid=117

Se você acha que a concorrência anda te atrapalhando muito e o seu produto não está se destacando na prateleira (porque os outros estão aparecendo da mesma forma), é hora de pensar diferente! Se no supermercado, por exemplo, você não consegue “brilhar” mais do que o seu concorrente, você pode brilhar na internet! Como? O seu próprio site pode fazer a diferença na percepção do público. Basta explorar de maneira objetiva e funcional todas as possibilidades do espaço virtual, com um bom planejamento, é claro. Na internet o seu espaço é infinito, portanto fale mais dos benefícios e diferenciais do seu produto ou serviço, ofereça informações relevantes e confiáveis de interesse do seu público em diferentes áreas do segmento dele. Crie um vínculo entre sua marca e esses assuntos e intensifique o processo de aproximação com o público alvo. Explore imagens fantásticas das embalagens e fotografias profissionais dos seus produtos.

Além disso, no seu site você pode divulgar toda a linha de produtos da sua empresa, fazendo com que o seu consumidor conheça todos os produtos em uma navegação simples e agradável. Use, com bom senso, de todos os artifícios que possam despertar o consumo. Deixe um espaço para todas as publicidades feitas para sua marca e dê destaque para o comercial da empresa. E não se esqueça: tudo vai depender de um conjunto de idéias, objetivos e planejamento, portanto pense primeiro nas sensações que sua empresa pretende causar no seu público.

Sem dúvida esse é um dos sonhos dos clientes quando o assunto é comunicação digital: como atrair cada vez mais visitantes para o seu site, fazer com que eles falem bem dele e ainda voltem a visitá-lo.

Estabeleça então primeiramente no seu planejamento a importância do seu site e o quanto ele pode ser útil para o seu cliente. Em um curto espaço de tempo o usuário deve entender o que a sua empresa faz e os serviços que oferecem.

Em segundo lugar, mostre as informações de forma fácil e rápida, não deixando de ser atrativa, é claro (colocando um vídeo, por exemplo, podendo mudar a forma de apresentar a sua empresa).

Em terceiro lugar, crie uma forma do seu cliente interagir com o seu site, nem que seja com uma área restrita, onde ele poderá acessar e conseguir benefícios personalizados: como emissão de um boleto, condições próprias de pagamento, acesso a conteúdos para downloads, etc.

Em quarto lugar, mas não menos importante que os outros itens, faça com que o seu conteúdo seja de fácil entendimento, ou seja, qualquer pessoa que entrar no seu site vai entender o seu produto ou serviço.

E, por fim, mantenha o seu site atualizado, dinamizado e atrativo. Se o layout do seu site já é criativo e bonito o suficiente, já é meio caminho andado. Mas, porque não melhorar? Criar um banner animado, colocar vídeos com notícias, acrescentar aplicativos de redes sociais linkados ao seu site e procurar sempre novas alternativas de apresentar o seu conteúdo, até mesmo fora do seu site. Em algum outro “ambiente” da internet, quem sabe?!

Se as empresas têm como foco os seus clientes, a internet também deve tê-los como principais usuários para determinar a navegação destes. Portanto, a usabilidade consiste na produção de uma arquitetura da informação (análise visual de como seria a estrutura do seu site) concebida e estruturada para o seu principal usuário. Logo, essa arquitetura deve ser determinada em prol de uma facilitação e funcionalidade na navegação, que será manifestada pela navegabilidade.

A navegabilidade então se traduz na facilidade proporcionada ao utilizador na sua visita às páginas do site. Os itens que a arquitetura deve seguir então são:

- menos cliques e informações em uma seqüência lógica,

- menu sempre visível e de preferência no mesmo sítio,

- todas as páginas deverão ter maneira fácil de retornar à página principal,

- ao acessar uma página, você encontrará um mapa das páginas já visitadas,

- Nenhuma zona do site poderá ser acessível com mais de 3 cliques.

Não é surpresa ao perguntarmos as pessoas o que é publicidade e elas responderem: “é aquilo que serve para manipular as pessoas”. Publicidade hoje, deve ser algo que não sirva nunca para interromper as pessoas, e sim, uma ferramenta para entretê-las de forma espontânea.

A comunicação digital tem que ser vista hoje como uma ferramenta de entretenimento e de difusão de informações, que consegue transmitir a mensagem necessária da melhor forma possível. Um site, por exemplo, não pode ser considerado finalizado só porque está no ar. Deve-se sempre atualizar o seu conteúdo, colocar destaques relevantes e de forma dinâmica para atrair o seu usuário, além de estar sempre atento aos dados mais importantes: quantos acessos o site tem, de onde estão vindo estes, quais são as páginas mais acessadas e por quê. E, a partir disto, do monitoramento dessas informações e baseado em pesquisas, conseguir soluções para se atingir resultados. Lembrando que ações criativas podem exaltar uma marca.

Além disso, em um mercado competitivo e em crise como o de hoje, sua empresa deve se destacar entre as demais com estratégias eficientes e baratas. Pensando assim, o melhor meio de se atingir muitas pessoas com pouca verba é através da internet (levando em conta também que seu feedback é fácil de mensurar, pois conseguimos levantar estatísticas de cliques, páginas mais visitadas, tempo de navegação, regiões de acesso, etc). E, claro, não basta simplesmente estar presente no meio, tem que estar atento ao que o seu público precisa e busca no seu site, e, assim valorizá-lo sempre!

14
jan
2010

O que é o Copyleft?

por: em: Why Digital

O Copyleft surge hoje, no dia 14 de janeiro, Dia que a Why Digital completa 3 anos de atividade, como uma iniciativa nossa, para ajudar as empresas a se inserirem no meio digital, como forma de melhorar os seus negócios e aumentar o seu poder de mercado. Ainda mais no início do ano, tempo de renovação, planejamento e recomeço. Gostou? Então pode copiar! Copie todas as nossas dicas, esclarecimentos e aprenda a fazer! Isso mesmo. Nosso blog será, a partir de agora, o seu consultor de comunicação, onde ele não só dará dicas de como se inserir no meio digital, como também ensinará você mesmo a se inserir. Por isso, nosso blog leva a marca Copyleft; em contrapartida do Copyright (todos os direitos reservados para o autor), nosso blog está disponível para que todos copiem, usem, aprendam e espalhem!

Então, Porque fazer comunicação digital?

Copyleft! O blog com a resposta para as suas perguntas.

Sobre Copyleft

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